Apresentação do Departamento de Arte"Em 2009 eu fiz um trabalho com monotipia do corpo humano, processo de passar tinta em alguma textura e carimbar numa superfície. O professor Otoni sugeriu apresentar o projeto no 'Café' e resolvi, além de apresentá-lo, mostrar como foi feito", explicou o artista plástico.
"Uma das funções do curso de artes plásticas é justamente refletir sobre o corpo, o lugar do corpo na sociedade contemporânea, em que contexto ele se insere e como se dá a relação do homem com o próprio corpo, portanto, nada melhor do que apresentar aos calouros uma atividade como essa, e a própria repercussão que o caso está gerando já é insumo para mais reflexão", disse o aluno do curso de jornalismo Alan Gomes.
"Uma das funções do curso de artes plásticas é justamente refletir sobre o corpo, o lugar do corpo na sociedade contemporânea, em que contexto ele se insere e como se dá a relação do homem com o próprio corpo, portanto, nada melhor do que apresentar aos calouros uma atividade como essa, e a própria repercussão que o caso está gerando já é insumo para mais reflexão", disse o aluno do curso de jornalismo Alan Gomes.
"Nós organizamos esta festa e estávamos cientes de tudo, nada foi aleatório. Infelizmente nem chegou a acontecer o nu artístico, já que os alunos usaram tapa sexo e estavam com o corpo pintado. Eu acho que falar mal disso, em pleno século XXI, é um exagero por parte de pessoas que desconhecem o valor e o significado da arte", disse a professora.
Apesar das críticas, o autor da apresentação disse que o momento foi especial. "Nós conseguimos dar um teor de profissionalismo ao trabalho muito grande. Foi muito especial. Os professores que assistiram apertaram nossas mãos e nos elogiaram pela coragem".
Sobre as manifestações contra à monotipia, o ex-aluno da Universidade do Amazonas disse: "Quem só viu as fotos nas redes sociais, deve ter ficado no mínimo curioso. Ninguém esperava um trabalho tão audacioso, porque 99% das pessoas têm medo ou repulsa ao nu, a beleza natural", disse o artista.
"Nós organizamos esta festa e estávamos cientes de tudo, nada foi aleatório. Infelizmente nem chegou a acontecer o nu artístico, já que os alunos usaram tapa sexo e estavam com o corpo pintado. Eu acho que falar mal disso, em pleno século XXI, é um exagero por parte de pessoas que desconhecem o valor e o significado da arte", disse a professora.
Apesar das críticas, o autor da apresentação disse que o momento foi especial. "Nós conseguimos dar um teor de profissionalismo ao trabalho muito grande. Foi muito especial. Os professores que assistiram apertaram nossas mãos e nos elogiaram pela coragem".
Sobre as manifestações contra à monotipia, o ex-aluno da Universidade do Amazonas disse: "Quem só viu as fotos nas redes sociais, deve ter ficado no mínimo curioso. Ninguém esperava um trabalho tão audacioso, porque 99% das pessoas têm medo ou repulsa ao nu, a beleza natural", disse o artista.
Apesar das críticas, o autor da apresentação disse que o momento foi especial. "Nós conseguimos dar um teor de profissionalismo ao trabalho muito grande. Foi muito especial. Os professores que assistiram apertaram nossas mãos e nos elogiaram pela coragem".
Sobre as manifestações contra à monotipia, o ex-aluno da Universidade do Amazonas disse: "Quem só viu as fotos nas redes sociais, deve ter ficado no mínimo curioso. Ninguém esperava um trabalho tão audacioso, porque 99% das pessoas têm medo ou repulsa ao nu, a beleza natural", disse o artista.
Sobre as manifestações contra à monotipia, o ex-aluno da Universidade do Amazonas disse: "Quem só viu as fotos nas redes sociais, deve ter ficado no mínimo curioso. Ninguém esperava um trabalho tão audacioso, porque 99% das pessoas têm medo ou repulsa ao nu, a beleza natural", disse o artista.